segunda-feira, 18 de junho de 2018

Um poema de Alberto Caeiro

A água chia no púcaro que elevo à boca

Alberto Caeiro


A água chia no púcaro que elevo à boca.
«É um som fresco» diz-me quem me dá a bebê-la.
Sorrio. O som é só um som de chiar.

Bebo a água sem ouvir nada com a minha garganta

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