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terça-feira, 3 de novembro de 2015

Facínora






Espetáculo Facínora
"Facínora', um espetáculo cruel, denso, ousado, provocador, que faz uma crítica dilacerante ao comportamento humano e expõe a platéia a todas as possibilidades físicas, verbais e mentais de preconceito e intolerância que somos capazes
Mistura dramaturgia, realismo fantástico e dança contemporânea. Estereotipados por um casal sombrio –ela (Bruno Caldeira), a mulher, sem limites para a crueldade; ele (Gustavo Rizzotti), seu marido, mudo, misterioso, e por vezes, histriônico, cáustico e patético –, o espetáculo funciona como um alerta, uma bandeira ao avesso! Pois escarna a platéia ao que há de menos no mundo: nós

Espaço Cultural Sérgio Porto - Humaitá

Rua Humaitá Rio de Janeiro RJ 22261-000
Dias 09, 10, 23 e 24 de novembro de 2015


sábado, 22 de junho de 2013

Facínora - A Cia2 de Teatro e o Teatro que faz pensar


RELEASE DE FACÍNORA
A Cia.2 de Teatro volta em cartaz com o espetáculo FACÍNORA no Centro Cultural Parque das Ruínas em Santa Tereza 
A companhia, que teve sua estréia  em 1994 com o espetáculo "ALIVE" no Espaço III do Teatro Vila Lobos no Rio de Janeiro, e depois de participar de vários festivais internacionais e no Brasil, volta em cartaz no Rio de Janeiro com o espetáculo FACÍNORA para o público adulto.
Facínora é um espetáculo de humor negro que faz uma crítica cruel a intolerância humana. Pelos próprios predicativos que o nome título associa-se: perversa, cruel, má, desalmada – a personagem foco (Bruno Caldeira) é a própria versão desses adjetivos, e destila com veemência e sarcasmo toda a sua ironia e intolerância contra a sociedade e opiniões públicas. Porfírio (Gustavo Rizzotti), seu marido – mudo, e por vezes, cáustico e patético – representa a sociedade cúmplice.
A Cia. 2 de teatro foi fundada em 1994 pelos mineiros Gustavo Rizzotti e Frederico Magella, integrando o atorBruno Caldeira em 2005. Premiada na capital do Chile, a Cia.2 é vista hoje como uma companhia de primor internacional.Foi a primeira Cia. Brasileira a se apresentar na Rússia com o espetáculo “QUE BICHO ÉSSE?”, abrindo o MINIFEST-2000 na cidade de Rostov-on-don, e obteve grande êxito de público e críticas nos países: Equador, Bulgária, Tunísia, Turquia, Argentina, Chile, Peru, México, Colômbia e Venezuela. Inserido em uma linguagem própria, o repertório da companhia inclui trabalhos experimentais multifocais, utilizando os recursos da performance, da dança-teatro, do teatro físico, teatro gestual, teatro de imagens, pantomima, clow, ilusionismo, animação de objetos, com interferência das artes plásticas e linguagem do teatro contemporâneo. Aqui no Brasil, recentemente a dramaturgia ganhou força com os espetáculos “Réquiem para um sonho” (uma adaptação do filme de Darren Aronófsky) no Espaço Cultural Sérgio Porto no Rio de Janeiro com grande sucesso de público e crítica, e “Zigg & Zogg”: eleito pela revista Veja em 2012, entre os 05 melhores espetáculos infantis em cartaz no Rio de Janeiro. Seguindo sua linha original do “teatro provocativo”, o texto toma frente agora com a personagem “Facínora”, sem deixar de buscar na criação, uma linguagem cênica diferenciada. “Cruel, corajoso, vanguardista, revolucionário e ousado” (palavras essas do próprio público especializado), FACÍNORA é o décimo texto escrito por Bruno Caldeira, em contrapartida ao décimo trabalho realizado pela Cia.2. O espetáculo estreou em 2010 no prestigiado VAC – Verão de Arte Contemporânea de Belo Horizonte, um evento importante no quadro cultural de Minas Gerais, onde gerou polêmica, e foi convidado a ser pauta de estudo como tese final de mestrado em Gestão Cultural pela advogada Flávia Leão. Segundo ela: “As frases ditas pela personagem no espetáculo são fortes e questionadoras. Levam o público a pensar”.
No Rio de Janeiro, o espetáculo fez temporada na Casa de Cultura Laura Alvim em 2011, e em 2012, no Galeria Café e no Centro de Artes Calouste Gulbenkian.

SERVIÇOS:
FACÍNORA – Texto: Bruno Caldeira. Direção coletiva de Bruno Caldeira e Gustavo Rizzotti – Com: Bruno Caldeira e Gustavo Rizzotti. Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas - Rua Murtinho Nobre, 169 - Santa Teresa - Telefones: 21. 2215-0621 | 21. 2224-3922

Comédia de humor negro que faz uma crítica cruel a intolerância.
Temporada: de 28 de junho a 07 de julho-Sexta a domingo - às 19:30 - R$20,00
Classe artística - R$10,00
Não recomendado pra menores de 16 anos.

FICHA TÉCNICA
Autor: Bruno Caldeira
Elenco: Bruno Caldeira (Facínora) e Gustavo Rizzotti (Porfírio)
Cenário, figurinos e trilha sonora: Bruno Caldeira
Iluminação: Gustavo Rizzotti
Direção: Bruno Caldeira e Gustavo Rizzotti
Coordenação de produção: Frederico Magella
Realização: Cia.2 de teatro
Frederico Magella
Contatos: 21. 2549-8015 | 21. 83764930
fredericomagella@yahoo.com.br







terça-feira, 15 de maio de 2012

O AMOR DE DOM PERLIMPLIM POR BELISA EM SEU JARDIM


    
A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, de 17 a 20 de maio, o espetáculo "O Amor de Dom Perlimplim com Belisa em seu Jardim", do escritor espanhol Federico García Lorca. Com direção de Daniel Archangelo, que também assina a tradução do texto de Lorca, a peça é uma montagem da companhia carioca “Ser ou não Cena”.
 Na trama, o velho Dom Perlimplim encontra, na jovem e ardente Belisa, um poder que jamais esperava possuir. Aprisionado pela incapacidade de imaginar e pleno de amor, ele cria um perigoso jogo de conquista, que culmina em um dos mais surpreendentes finais da dramaturgia mundial. Uma história de amor impossível, que oscila entre fantasia, paixão e morte.
 “Amor, fantasia e mistério são os principais ingredientes deste espetáculo, onde nos aprofundamos em diversas linguagens do nosso repertório: gestos, palavras, cores, músicas, sombras e animações” explica o diretor. “A reconhecida e premiada direção de arte, somada à força da palavra dita, nos permitirão a criação de um ambiente, cuja poesia convida o público a ser testemunha de uma das mais belas histórias da literatura dramática espanhola”, afirma Archangelo.
 Criado para rodar festivais de teatro, nacionais e internacionais, cada recurso da montagem reivindica um sentido próprio e ocupa um lugar precioso na composição da cena. Depois de uma longa incursão pelo teatro infantil, que rendeu 19 prêmios teatrais, em diversas categorias – como o prêmio Zilka Salaberry - a trupe investe no teatro adulto com esta apaixonante obra do poeta e dramaturgo espanhol.

Oficina de Teatro
Em comemoração aos 13 anos da Companhia, a trupe também vai realizar três oficinas gratuitas de direção e interpretação, destinadas a atores e interessados em geral, nos dias 22, 23 e 24 de maio, na CAIXA Cultural. Informações para inscrições pelo e-mailagendamento.rio@gentearteira.com.
Durante a temporada, serão sorteados 300 ingressos a apenas R$ 2,00 por intermédio do site da companhia. No domingo, dia 20, os ingressos terão preço reduzido de R$ 1,00. O espectador poderá garantir seu bilhete comprando com antecedência na bilheteria do teatro.

Sobre Federico García Lorca
Temido pelas forças opressoras da Guerra Civil Espanhola, Federico García Lorca morreu aos 38 anos, fuzilado pelas tropas de Franco, privando a humanidade de sua genialidade, mas a brevidade de sua existência contrasta com a qualidade e quantidade da obra com que nos presenteou.
Pintor, compositor e escritor; criou obras embebidas nas tradições e folclores de sua terra natal. Retratou, nas cenas teatrais, a árida esperança de personagens cujo desejo de viver vai além de limites a eles determinados.

Equipe técnica:
Direção e Tradução: Daniel Archangelo
Elenco: Claudio Sásil (Dom Perlimplim); Suellen Costa (Belisa); Bia Feliciano (Marcolfa); Cláudia Videira (Mãe de Belisa); Vinícius Sampaio (Duende); Daniele de Deus (Duende).
Direção de Arte: Claudio Sásil
Direção Musical e Trilha Sonora Original: Lula Costa Lima
Músicos: Elenco e Direção musical
Assistente de Direção: Lorena Moraes
Figurinos: Claudio Sásil e Zelda Sá
Adornos de Figurino: Macaca Sofia
Cenografia: Samanta Toledo
Assistentes de Cenografia: Mayra Land, Rafael Cardoso
Cenotécnico: Cristiano Peixoto
Caracterização: Rodrigo Reinoso
Iluminação: Nilton César
Platô: Deuza Souza
Segunda Assistência: Viviane Miranda
Coordenação de Produção: Suellen Costa
Assistente de Produção: Leonardo Tonom
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

Serviço:
O Amor de Dom Perlimplim com Belisa em seu Jardim
Duração: 1 hora e 10 minutos
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô: Estação Carioca)
Telefone: (21) 2544-4080
Datas: de 17 a 20 de maio (quinta-feira a domingo)
Horário: 19h
Ingresso: R$ 10 nos dias 17, 18 e 19 de maio (Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia); No domingo, dia 20: R$1,00
Bilheteria: de 3ª feira a 6ª feira, das 13h às 20h; sábado, domingo e feriado, das 15h às 20h
Lotação máxima: 388 lugares (2 para cadeirantes)
Classificação etária: 16 anos
Informações, agendamento de grupo e transporte (ônibus) para escolas públicas: agendamento.rio@gentearteira.com
Acesso para pessoas com deficiência
Programação completa da CAIXA Cultural: www.caixa.gov.br/caixacultural

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sexta-feira, 1 de julho de 2011

Cia.2 de Teatro estréia o espetáculo FACÍNORA na Casa de Cultura Laura Alvin no Rio

Facínora é uma comédia de humor negro que faz uma crítica a intolerância humana. Pelos próprios predicativos que o nome título associa-se – perversa, cruel, má, desalmada - a personagem foco(Bruno Caldeira) é a própria versão desses adjetivos, e nos mostra uma realidade com críticas mordazes, expondo toda a sua ironia e sarcasmo contra a sociedade e opiniões públicas. Porfírio(Gustavo Rizzotti), seu marido, mudo, e por vezes, cáustico e patético, representa a sociedade cúmplice.
A Cia. 2 de teatro foi fundada em 1994 pelos mineiros Gustavo Rizzotti e Frederico Magella, integrando o ator Bruno Caldeira em 2004. Participou de nomeados Festivais Nacionais e Internacionais, sendo a primeira Cia. Brasileira a se apresentar na Rússia no ano de 2.000 na cidade de Rostov-on-don, onde participou abrindo o MINIFEST 2.000 com o espetáculo QUE BICHO ÉSSE?, e obteve grande êxito em países como: Equador, Argentina, Chile, México, Peru, Colômbia, Bulgária, Tunísia e Turquia. Inserido em uma linguagem própria, o repertório da companhia inclui espetáculos que misturam teatro físico, teatro de imagens, teatro gestual, música, artes plásticas, mímica, ilusionismo e dança contemporânea. A dramaturgia ganhou força com o espetáculo “Réquiem para um sonho”no Espaço Cultural Sérgio Porto: último trabalho adulto da companhia com sucesso de público e crítica. Nessa mesma linha do “teatro provocativo”, o texto toma frente com a personagem Facínora, sem deixar de buscar na criação, uma linguagem diferenciada. Provocativo e ousado, FACÍNORA é o décimo texto escrito por Bruno Caldeira, primeiro em sua direção, em contrapartida ao décimo trabalho realizado pela Cia.2. O espetáculo estreou no VAC – Verão de Arte Contemporânea, em Belo Horizonte em fevereiro deste ano,um evento importante no quadro cultural de Minas Gerais, onde gerou polêmica, e foi convidado a ser pauta de estudo como tese final de mestrado da advogada Flávia Leão no seu curso de Gestão Cultural da UFMG. Após assistir ao espetáculo 03 (três) vezes, ela mesma discorreu: “As frases ditas pela personagem são fortes e questionadoras. Leva o público a pensar”

“Facínora encena o pior de nós” - Jornal Hoje em Dia / Belo Horizonte

Serviço:
FACÍNORA –Texto: Bruno Caldeira.Direção Coletiva de Bruno Caldeira e Gustavo Rizzotti-Com Bruno Caldeira e Gustavo Rizzotti
Facínora é uma comédia de humor negro que faz uma crítica a intolerância.
Casa de Cultura Laura Alvim
Sala Rogério Cardoso
Av.Vieira Souto,176 Ipanema
Terças e Quartas, às 21 hs. R$30,00. 55 minutos
Temporada: de 05 de Julho a 31 de Agosto
Não recomendado pra menores de 16 anos.

FICHA TÉCNICA
Autor: Bruno Caldeira
Elenco: Bruno Caldeira (Facínora) e Gustavo Rizzotti (Porfírio)
Cenário, figurinos e trilha sonora: Bruno Caldeira
Iluminação: Gustavo Rizzotti
Direção: Bruno Caldeira e Gustavo Rizzotti
Coordenação de produção: Frederico Magella
Realização: Cia.2 de teatro
Divulgação: Frederico Magella
Contatos: 2549-8015 e 83764930
fredericomagella@yahoo.com.br

Cândido (Ou O Otimismo) - Uma resenha

Cândido, de Voltaire: quando o otimismo encontra a realidade Há livros que pertencem ao seu tempo; há outros que, apesar de escritos há sécu...