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terça-feira, 3 de novembro de 2015

Facínora






Espetáculo Facínora
"Facínora', um espetáculo cruel, denso, ousado, provocador, que faz uma crítica dilacerante ao comportamento humano e expõe a platéia a todas as possibilidades físicas, verbais e mentais de preconceito e intolerância que somos capazes
Mistura dramaturgia, realismo fantástico e dança contemporânea. Estereotipados por um casal sombrio –ela (Bruno Caldeira), a mulher, sem limites para a crueldade; ele (Gustavo Rizzotti), seu marido, mudo, misterioso, e por vezes, histriônico, cáustico e patético –, o espetáculo funciona como um alerta, uma bandeira ao avesso! Pois escarna a platéia ao que há de menos no mundo: nós

Espaço Cultural Sérgio Porto - Humaitá

Rua Humaitá Rio de Janeiro RJ 22261-000
Dias 09, 10, 23 e 24 de novembro de 2015


terça-feira, 9 de julho de 2013

Vinícius de Moraes - 33 anos sem o 'poetinha'


Soneto de despedida

Uma lua no céu apareceu 
Cheia e branca; foi quando, emocionada
A mulher a meu lado estremeceu
E se entregou sem que eu dissesse nada.

Larguei-as pela jovem madrugada
Ambas cheias e brancas e sem véu
Perdida uma, a outra abandonada
Uma nua na terra, outra no céu.

Mas não partira delas; a mais louca
Apaixonou-me o pensamento; dei-o
Feliz - eu de amor pouco e vida pouca

Mas que tinha deixado em meu enleio
Um sorriso de carne em sua boca
Uma gota de leite no seu seio.


Para conhecer mais sobre o nosso saudoso 'poetinha':




sábado, 22 de junho de 2013

Facínora - A Cia2 de Teatro e o Teatro que faz pensar


RELEASE DE FACÍNORA
A Cia.2 de Teatro volta em cartaz com o espetáculo FACÍNORA no Centro Cultural Parque das Ruínas em Santa Tereza 
A companhia, que teve sua estréia  em 1994 com o espetáculo "ALIVE" no Espaço III do Teatro Vila Lobos no Rio de Janeiro, e depois de participar de vários festivais internacionais e no Brasil, volta em cartaz no Rio de Janeiro com o espetáculo FACÍNORA para o público adulto.
Facínora é um espetáculo de humor negro que faz uma crítica cruel a intolerância humana. Pelos próprios predicativos que o nome título associa-se: perversa, cruel, má, desalmada – a personagem foco (Bruno Caldeira) é a própria versão desses adjetivos, e destila com veemência e sarcasmo toda a sua ironia e intolerância contra a sociedade e opiniões públicas. Porfírio (Gustavo Rizzotti), seu marido – mudo, e por vezes, cáustico e patético – representa a sociedade cúmplice.
A Cia. 2 de teatro foi fundada em 1994 pelos mineiros Gustavo Rizzotti e Frederico Magella, integrando o atorBruno Caldeira em 2005. Premiada na capital do Chile, a Cia.2 é vista hoje como uma companhia de primor internacional.Foi a primeira Cia. Brasileira a se apresentar na Rússia com o espetáculo “QUE BICHO ÉSSE?”, abrindo o MINIFEST-2000 na cidade de Rostov-on-don, e obteve grande êxito de público e críticas nos países: Equador, Bulgária, Tunísia, Turquia, Argentina, Chile, Peru, México, Colômbia e Venezuela. Inserido em uma linguagem própria, o repertório da companhia inclui trabalhos experimentais multifocais, utilizando os recursos da performance, da dança-teatro, do teatro físico, teatro gestual, teatro de imagens, pantomima, clow, ilusionismo, animação de objetos, com interferência das artes plásticas e linguagem do teatro contemporâneo. Aqui no Brasil, recentemente a dramaturgia ganhou força com os espetáculos “Réquiem para um sonho” (uma adaptação do filme de Darren Aronófsky) no Espaço Cultural Sérgio Porto no Rio de Janeiro com grande sucesso de público e crítica, e “Zigg & Zogg”: eleito pela revista Veja em 2012, entre os 05 melhores espetáculos infantis em cartaz no Rio de Janeiro. Seguindo sua linha original do “teatro provocativo”, o texto toma frente agora com a personagem “Facínora”, sem deixar de buscar na criação, uma linguagem cênica diferenciada. “Cruel, corajoso, vanguardista, revolucionário e ousado” (palavras essas do próprio público especializado)FACÍNORA é o décimo texto escrito por Bruno Caldeira, em contrapartida ao décimo trabalho realizado pela Cia.2. O espetáculo estreou em 2010 no prestigiado VAC – Verão de Arte Contemporânea de Belo Horizonte, um evento importante no quadro cultural de Minas Gerais, onde gerou polêmica, e foi convidado a ser pauta de estudo como tese final de mestrado em Gestão Cultural pela advogada Flávia Leão. Segundo ela: “As frases ditas pela personagem no espetáculo são fortes e questionadoras. Levam o público a pensar”.
No Rio de Janeiro, o espetáculo fez temporada na Casa de Cultura Laura Alvim em 2011, e em 2012, no Galeria Café e no Centro de Artes Calouste Gulbenkian.

SERVIÇOS:
FACÍNORA – Texto: Bruno Caldeira. Direção coletiva de Bruno Caldeira e Gustavo Rizzotti – Com: Bruno Caldeira e Gustavo Rizzotti. Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas - Rua Murtinho Nobre, 169 - Santa Teresa - Telefones: 21. 2215-0621 | 21. 2224-3922

Comédia de humor negro que faz uma crítica cruel a intolerância.
Temporada: de 28 de junho a 07 de julho-Sexta a domingo - às 19:30 - R$20,00
Classe artística - R$10,00
Não recomendado pra menores de 16 anos.

FICHA TÉCNICA
Autor: Bruno Caldeira
Elenco: Bruno Caldeira (Facínora) e Gustavo Rizzotti (Porfírio)
Cenário, figurinos e trilha sonora: Bruno Caldeira
Iluminação: Gustavo Rizzotti
Direção: Bruno Caldeira e Gustavo Rizzotti
Coordenação de produção: Frederico Magella
Realização: Cia.2 de teatro
Frederico Magella
Contatos: 21. 2549-8015 | 21. 83764930
fredericomagella@yahoo.com.br







segunda-feira, 5 de março de 2012

125º Aniversário de Villa-Lobos

125º aniversário de Heitor Villa-Lobos

Heitor Villa-Lobos é um dos maiores ícones da música erudita brasileira. Nasceu no Rio de Janeiro, aos 5 de março de 1887. Faleceu na mesma cidade no dia 17 de novembro de 1959. Foi compositor, músico e maestro. O Doodle do Google homenageia o grande gênio da música em seu 125º aniversário.
Ao incorporar à música erudita elementos folclóricos, populares e indígenas criou uma versão brasileira para a mesma. É considerado o maior expoente do Modernismo no Brasil.
Sua obra é vasta. Inclui música para orquestra, música para piano, choros, música de câmara, música para corais, etc.
Para saber mais sobre a vida desse símbolo da cultura do Brasil veja os links abaixo:


Cândido (Ou O Otimismo) - Uma resenha

Cândido, de Voltaire: quando o otimismo encontra a realidade Há livros que pertencem ao seu tempo; há outros que, apesar de escritos há sécu...